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A breve segunda vida de Bree Tanner, Stephenie Meyer

Lembra de Crepúsculo? Difícil esquecer, não? Bem, os livros da saga de vampiros foram um sucesso imenso que foi reproduzido no cinema. Stephenie Meyer, a escritora foi elogiada e criticada em larga escala e se transformou numa das pessoas mais influentes do mundo. Nesse livro, ela conta a curta experiência de Bree Tanner como vampira, uma personagem que aparece no terceiro livro da saga, Eclipse. Portanto, é um spin-off.

“Nenhum ponto de vista jamais será completamente óbvio.”
Começar a ler o livro foi uma experiência estranha, porque eu já sabia o fim que levaria a personagem. Mesmo no prefácio, a autora conta aos desavisados que o fim não seria feliz. Apesar disso, logo nas primeiras páginas, a história pega um bom ritmo com personagens e situações interessantes.
Bree é uma vampira recém-criada (ela não tem mais que três meses) e tem uma sede quase insaciável por sangue humano. Por ser novata, ela quase nunca se sente satisfeita, mas tem que tomar cuidado para não chamar atenção e não pode sair durante o dia, ou ela morrerá queimada, pelo menos é o que disseram pra ela. Quando ela começa a conversar com com Diego, um outro vampiro - mais velho e experiente que ela, que está no mesmo barco, ela vê que nem tudo é o que parece, e descobre que tem muitas dúvidas quanto ao propósito com que foi criada.
Assim, ela e Diego começam a fazer descobertas sobre o líder deles e sobre a existência dos vampiros - apesar de eles serem vampiros, não sabem muito sobre o que isso significa, sobre outros vampiros, regras e poderes que eles têm.
A escrita da Stephenie Meyer é simples e descontraída: com bastante diálogos. Percebi um padrão dos livros de Crepúsculo que se repete em "A segunda vida": a narração em primeira pessoa de uma personagem passiva. Não me incomodou, mas sei que incomoda algumas pessoas. A personagem principal narra as ações de outros personagens enquanto ela mesma não faz quase nada.
Mas, apesar disso, o livro tem o seu valor. Gostei de ver um olhar mais razoável dos vampiros criados por Meyer, fugindo um pouco daquele contraste de bem vs. mal (Cullen vs. Volturi).

Dei 3 estrelas no Skoob. (Bom)

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